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"Sensibilidade, sutileza, perícia e ironia são a tônica deste texto em que a romancista transforma todos os detalhes em um item complexo."

Ángeles López, La Razón

"A cada quilômetro rodado ou página lida, o leitor tem a impressão de avançar externa e interiormente com e por aquelas personagens. É uma viagem cujos princípio e término são fugidios, mas que chama a atenção para paisagens humanas muito bem compostas."

André de Leones, Estado de S. Paulo

"O segundo romance de Carol Bensimon parece unir o que há de melhor em seus dois livros anteriores."

Arthur Tertuliano, Rascunho

"Bensimon trata das tensões inerentes à afirmação da identidade cultural e ao exercício da liberdade individual no Brasil do início do século 21. (...) Nesse caminho,  constrói passagens marcantes."

Roberto Taddei, Folha de S. Paulo

"Bensimon’s writing is personal and relaxed, with occasional light humor (often stemming from Cora’s sarcastic wit). The writing has a very fresh, feminine voice, but it is by no means 'girly'."

Zoe Perry, Gringa Reads

Cora e Julia não se falam há alguns anos. A intensa relação do tempo da faculdade acabou de uma maneira estranha, com a partida repentina de Julia para Montreal. Cora, pouco depois, matricula-se em um curso de moda em Paris. Em uma noite de inverno do hemisfério norte, as duas retomam contato e decidem se reencontrar em sua terra natal, o extremo sul do Brasil, para enfim realizarem uma viagem de carro há muito planejada. Nas colônias italianas da serra, na paisagem desolada do pampa, em uma cidade-fantasma no coração do Rio Grande do Sul, o convívio das duas garotas vai se enredando a seu passado em comum e seus conflitos particulares: enquanto Cora precisa lidar com o fato de que seu pai, casado com uma mulher muito mais jovem, vai ter um segundo filho, Julia anda às voltas com um ex-namorado americano e um trauma de infância.


Todos nós adorávamos caubóis é uma road novel de um tipo peculiar; as personagens vagam como forasteiras na própria terra onde nasceram, tentando compreender sua identidade. Narrada pela bela e deslocada Cora, essa viagem ganha contornos de sarcasmo, pós-feminismo e drama. É uma jornada que acontece para frente e para trás, entre lembranças dos anos 1990, fragmentos da vida em Paris e a promessa de liberdade que as vastas paisagens do sul do país trazem. Um western cuja heroína usa botas Doc Martens.